Somos fruto de um nascimento. Infelizmente, nem todas as experiências de gravidez, parto e pós-parto são iguais. Algumas são experiências maravilhosas, outras sofrem violências diversas que transformam a gravidez e parto em momentos traumáticos. A violência obstétrica pode ser considerada uma violência de género.


No acesso aos cuidados de saúde, durante a gravidez, estas violências traduzem-se em comentários depreciativos, demora ou negação de anestesia e intervenções tardias em situações de emergência, entre outros.
No caso das pessoas negras, afrodescendentes e racializadas, pessoas trans e não binárias, com algum tipo de incapacidade física, intelectual ou sensorial, as violências e os preconceitos acumulam-se.


Em Portugal, pouco ou nada se sabe sobre estas realidades tão diversas. É urgente dar voz a esta causa e lutar pelos Direitos na Gravidez e Parto.